domingo, 16 de maio de 2010

Francisco

Senhor, fazei-me instrumento da vossa paz.

Onde houver ódio, que eu leve o amor;
onde houver ofensa, que eu leve o perdão;
onde houver discórdia, que eu leve a união;
onde houver dúvida, que eu leve a fé;
onde houver erro, que eu leve a verdade;
onde houver desespero, que eu leve a esperança;
onde houver tristeza, que eu leve a alegria;
onde houver trevas, que eu leve a luz.

Ó Mestre, fazei que eu procure mais
consolar, que ser consolado;
compreender, que ser compreendido;
amar, que ser amado.

Pois é dando que se recebe,
é perdoando que se é perdoado,
e é morrendo que se vive para a vida eterna.

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Antônios Sinônimos

Saudade é um parafuso
Que na rosca quando cai,
Só entra se for torcendo,
Porque batendo num vai
E enferrujando dentro
Nem distorcendo num sai.

Antônio Pereira de Moraes, poeta pernambucano


Como a morte é um segredo,
Quem sabe lá se, por sorte,
Os mortos têm mais medo
Da vida que nós da morte?

Antônio Aleixo, poeta português

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Morrie um capim, nasce outro

"Flávio, tem um erro no título do seu post!"

Não, meu amigo, fique tranquilo, não há erro nenhum. O título deste post foi uma forma cruz credão que eu encontrei de conectar duas pessoas cujas experiências de vida tiveram grande impacto sobre mim recentemente: Chico Xavier e Morrie Schwartz.

Suas palavras me inspiraram. Seus exemplos me fizeram agir. Me fizeram mudar. Amor, respeito, dedicação, paciência, resignação, fé, caridade, desapego, simplicidade e muitas outras coisas. A receita vai longe.

Conhecer esses dois me fez conhecer mais a mim mesmo, me analisar. Conheça-os também. Eles não vão mudar a sua vida, mas vão te fazer enxergá-la de um outro jeito.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Poema-minuto

Um minuto... Um minuto...
Num minuto, o que se faz?
Constrói-se o segundo seguinte ao de trás
O primeiro segundo, o segundo segundo, o terceiro, o quarto, o quinto, e depois?
O que vem?

Um minuto na vida de alguém
É futuro ainda não vivido
É passado passado a limpo
Dividida, compartimentada
A vida segue assim até que

De repente

Um minuto já não é nada mais
Conquista-se a eternidade
E o tempo vira presente